quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Ostras do Sado. Uma fortuna do passado?
Pérolas do Sado
Sabe distinguir uma ostra boa de uma má? A de pior qualidade normalmente apresenta uma casca mais redonda, espessa e com muitos folhos. A carne tem uma cor mais esverdeada, pouco miolo e, no final, sobressai um gosto acre. A de boa qualidade é o inverso. A casca é fina, sem folhos e o seu interior é branco, sendo o marfim a cor da carne, que está isenta de manchas. A de boa qualidade está habitualmente associada a Setúbal.
As grandes produções de ostras no Sado, com exportações para todo o mundo até à década de 70, cessaram, mas, hoje, é possível voltar a apreciar estes bivalves, com a mesma qualidade da época, oriundos do mesmo estuário.
Actualmente, o segredo da qualidade das ostras setubalenses reside na adaptação dos viveiros, que fazem a depuração da água e permitem a criação de ostras em condições naturais, longe do contacto com a poluição.
Numa região onde se chegaram a existir 15 exportadores e se enviavam para o estrangeiro mais de 50 mil toneladas de ostras, os números são agora magros, mas os quatro apanhadores e o produtor que se encontram no Estuário do Sado depositam grande esperança no futuro. Afinal a qualidade continua a ser excelente e França, um dos principais importadores, mantém o mesmo interesse de outros tempos.
Hoje em dia produz-se no estuário do Sado cerca de 20 toneladas de ostras em viveiros.
A qualidade da ostra, porém, não reside na espécie da região, mas sim no próprio estuário. A ostra portuguesa é conhecida por Crassostrea angulata, enquanto as mais consumidas no resto da Europa são as Crassostrea gigas. Porque o género angulata apresenta piores defesas naturais do que a gigas, esta segunda hipótese é a opção actual de produção em Setúbal. A qualidade, essa, continua a ser unanimemente melhor quando comparada com as produções de outros países.
As formas de comer a ostra variam consoante as culturas. Em França, por exemplo, é apreciada crua, enquanto em Portugal é habitualmente assada.
Na verdade, fica ao seu critério a forma que prefere para comer estas saborosas pérolas do Sado.
Sabe distinguir uma ostra boa de uma má? A de pior qualidade normalmente apresenta uma casca mais redonda, espessa e com muitos folhos. A carne tem uma cor mais esverdeada, pouco miolo e, no final, sobressai um gosto acre. A de boa qualidade é o inverso. A casca é fina, sem folhos e o seu interior é branco, sendo o marfim a cor da carne, que está isenta de manchas. A de boa qualidade está habitualmente associada a Setúbal.
As grandes produções de ostras no Sado, com exportações para todo o mundo até à década de 70, cessaram, mas, hoje, é possível voltar a apreciar estes bivalves, com a mesma qualidade da época, oriundos do mesmo estuário.
Actualmente, o segredo da qualidade das ostras setubalenses reside na adaptação dos viveiros, que fazem a depuração da água e permitem a criação de ostras em condições naturais, longe do contacto com a poluição.
Numa região onde se chegaram a existir 15 exportadores e se enviavam para o estrangeiro mais de 50 mil toneladas de ostras, os números são agora magros, mas os quatro apanhadores e o produtor que se encontram no Estuário do Sado depositam grande esperança no futuro. Afinal a qualidade continua a ser excelente e França, um dos principais importadores, mantém o mesmo interesse de outros tempos.
Hoje em dia produz-se no estuário do Sado cerca de 20 toneladas de ostras em viveiros.
A qualidade da ostra, porém, não reside na espécie da região, mas sim no próprio estuário. A ostra portuguesa é conhecida por Crassostrea angulata, enquanto as mais consumidas no resto da Europa são as Crassostrea gigas. Porque o género angulata apresenta piores defesas naturais do que a gigas, esta segunda hipótese é a opção actual de produção em Setúbal. A qualidade, essa, continua a ser unanimemente melhor quando comparada com as produções de outros países.
As formas de comer a ostra variam consoante as culturas. Em França, por exemplo, é apreciada crua, enquanto em Portugal é habitualmente assada.
Na verdade, fica ao seu critério a forma que prefere para comer estas saborosas pérolas do Sado.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Candidatura do CDS-PP a Alcácer depende de Supremo Tribunal
"A candidatura do CDS-PP a Alcácer do Sal, encabeçada por Teresa Noronha, está actualmente dependente de uma decisão do Supremo Tribunal, depois de o tribunal de Alcácer “ter recusado um recurso interposto pelo partido”". in Setúbal na Rede
Por enquanto, depois de rejeitada a candidatura pelo tribunal de Alcácer, por conter algumas irregularidades, o CDS-PP não está na corrida...
Por enquanto, depois de rejeitada a candidatura pelo tribunal de Alcácer, por conter algumas irregularidades, o CDS-PP não está na corrida...
Mais um " MAMARRACHO "
Eis mais uma obra de assinatura CDU.
É mais um " mamarracho "que custou dinheiro aos contribuintes. Casualidade das casualidades, foi construída pela empresa que mais tarde vem a construir o hotel da Comporta.
Até hoje o edificio não teve qualquer utilidade e já começa a ficar em "ruinas".
Para torre de antenas não era preciso tanta envergadura.
Salvam-se os depósitos de água!
Este edificio poderá servir a nossa freguesia de variadíssimas maneiras, tais como:
Secção dos Bombeiros, Centro Cultural, Centro de Exposições, Observatório, Eco-Museu,etc...
É mais um " mamarracho "que custou dinheiro aos contribuintes. Casualidade das casualidades, foi construída pela empresa que mais tarde vem a construir o hotel da Comporta.
Até hoje o edificio não teve qualquer utilidade e já começa a ficar em "ruinas".
Para torre de antenas não era preciso tanta envergadura.
Salvam-se os depósitos de água!
Este edificio poderá servir a nossa freguesia de variadíssimas maneiras, tais como:
Secção dos Bombeiros, Centro Cultural, Centro de Exposições, Observatório, Eco-Museu,etc...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Entrevista candidato CDU à Câmara - António Balona
In setúbal na Rede. Entrevista realizada a 02 de Setembro de 2009.
domingo, 30 de agosto de 2009
Novas informações, novo inquérito...
Existem novas informações sobre as listas para a Junta, nomeadamente a apresentação de um partido que desconheciamos estar na corrida e mais nomes de candidatos.
Assim, de forma a sermos justos e imparciais, resolvemos reiniciar o inquérito.
Agradecemos a participação de quem votou no inquérito anterior e lamentamos pelo inconveniente
Assim, de forma a sermos justos e imparciais, resolvemos reiniciar o inquérito.
Agradecemos a participação de quem votou no inquérito anterior e lamentamos pelo inconveniente
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