quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Nova Assembleia dia 20


Sexta-feira, dia 20 de Novembro, pelas 21horas vai decorrer no auditório uma nova reunião de assembleia de freguesia.
A presença de todos é importante para a Comporta e para o seu desenvolvimento.
É com agrado e orgulho que o Comporta Opina assiste a uma maior participação dos Comportenses e a um maior envolvimento nos assuntos importantes para todos nós.
Vamos continuar a participar e a lutar pela nossa terra e pelos nossos interesses.
A voz do povo é cada vez mais importante!
Pela Comporta, pelo nosso bem estar, VAMOS TODOS LUTAR!
Todos juntos chegaremos cada vez mais longe!


terça-feira, 17 de novembro de 2009

O desemprego cá pelo Concelho

Numa altura em que se fala do aumento do número de desempregados em Portugal, vamos espreitar como estão as coisas cá no nosso concelho.

As notícias hoje apontam para uma taxa nacional de desemprego de 9,8%. Este valor é assustador, pensar que em cada 100 portugueses há quase 10 pessoas desempregadas.

O que consideramos ainda mais grave é o facto destes valores se regerem pelos indivíduos inscritos no Centro de Emprego, e há muita gente que não se inscreve no Centro de Emprego. Para além disso existem sempre aquelas respostas por parte do governo, cursos e afins, que fazem baixar as taxas, mas que na realidade se traduzem em nada. Isto é, mandam as pessoas para um curso de formação e “arrancam-na” das estatísticas, na prática a pessoa mantém-se desempregada e sem perspectivas de emprego, porque é retirada dos registos do Centro de Emprego.

No mês de Setembro existiam no Concelho 440 desempregados (últimos dados disponíveis pelo IEFP), dos quais 223 são homens e 217 são mulheres.

380 encontram-se nesta situação há menos de 1 ano, e 60 há mais de 1 ano.
50 pessoas procuram o 1ºemprego e 390 procuram novo emprego.

É assustador não é? Isto era em Setembro, em que o turismo ainda empregava muita gente, imaginemos os meses que se seguem. Estaremos atentos.

sábado, 14 de novembro de 2009

Extermínio pouco conhecido

Veja e analise. São tristes histórias da História da Humanidade.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Teatro de Marionetas na Comporta





                                 Início do Espectáculo: 27 de Outubro pelas 21 horas

 Segunda sessão: 9 de Novembro pelas 21 horas

 Terceira sessão: 20 de Novembro pelas 21 horas

        
                                Bonecos da criação de Stº Leste ( uma Companhia à beira da falência)
                          
                                    ISTO SIM É CULTURA!
 Entre as muitas variedades de fantoches, as marionetas de fios são as mais versáteis e originam, elas
próprias o maior número de variações na construção de espectáculos.
A sua representação pode ser única em graça, mas não pode ter acção espontânea, porque alguns movimentos mais rápidos e enérgicos são passíveis de originar o emaranhamento dos fios.
As marionetas de fios são bonecos articulados e controlados por fios de número variável, de comando mais complicado, chamado cruz, estrela ou aeroplano. A sua manipulação pode atingir uma extrema perfeição técnica. Desde a antiguidade que existem referências a este género de marionetas, cuja origem parece ser a estatuária animada.
Em regra, a marioneta não parece natural se tiver proporções humanas: assim, a cabeça, as mãos e os pés são construídos em dimensões levemente mais largas que as humanas e as pernas deverão ser mais curtas.
O tamanho adequado para as mãos é, normalmente, o comprimento que vai do queixo até meio da testa, devendo os pés ser um bocadinho mais compridos. Claro que isto não é uma regra rígida, pois qualquer parte da marioneta pode ser exagerada, mas deve haver sempre uma razão teatral para as proporções escolhidas e é justamente a excepção à regra e as variações que se tornam importantes.

Assim, durante a construção as marionetas deverão ser inspeccionadas à distância e, se possível, debaixo da luz de projectores porque isso ajuda a ter a dimensão dos exageros que é necessário fazer.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A Senhora dá licença?

Por: Carlos Cordeiro

A SENHORA DÁ LICENÇA?

Durante a última Assembleia quando o descontrole se instalou, e depois da intervenção de muita gente, pedi licença a quem “conduzia” os trabalhos: "POSSO FALAR?" (isto porque resolvi ser educado), obtendo a resposta mais autoritária possível,  que não ouvia desde miúdo: -"NÃO! NÃO PODE!"

Pensei que me encontrava numa daquelas reuniões de uma empresa, onde só os principais accionistas dão ideias.

Nunca imaginei que a forma “trotskista” de lidar com as pessoas, estivesse instalada na Comporta.

Como fui impedido de proferir uma só frase, muitas outras terei de dizer!” Sirva o carapuço a quem servir”.

O que é triste, e toda a gente o sabe, minha(s) Senhora(s) e meu(s) Senhor(s): como é que alguém consegue apenas trabalhar com um Executivo da sua escolha, quando vai ter de trabalhar durante 4 anos com uma oposição de 5 elementos? Das duas uma, ou vai passar ao lado das Leis e mais tarde vem dizer que foram alteradas há 8 anos atrás; Ou então passar-se-á o tempo todo com cenas idênticas ao que aconteceu no dia 9 de Novembro.

Em  DEMOCRACIA não temos legitimidade para tudo o que queremos (nós todos).

Que ninguém pense(ocupando o cargo ou o lugar que ocupar), que está acima da ética ou das leis.

A Comporta é dos Comportenses (quer habitem nela ou fora dela), não precisamos que nos ensinem como devemos viver, ou como conduzimos os nossos caminhos. Nós não nos deslocamos às outras Freguesias para dar palpites ou ensinar algo.

No caso da Senhora Maria José vai realmente ter de aprender, porque durante os seus 20 anos na “politica”, o que aprendeu é só visto por um lado do prisma.

Um conselho de um natural da terra: resolva o que tem a resolver mas respeite a imagem da Freguesia da Comporta e deixe trabalhar quem o faz por carolice e não por “carreirismo politico”.
Censura é uma acção e uma palavra do passado!
Carlos Cordeiro

Em nome da Comporta, um blog pelo povo e para o povo!

É com prazer que informamos que a voz do Bloco não se faz ouvir só na Assembleia de Freguesia!
Ontem, dia 10, fomos visitados por mais de 100 pessoas.
Ontem, dia 10, ultrapassámos as 5000 visitas.
Isto prova que, embora nos mandem calar, embora a nossa voz incomode muita gente, estamos cá para  falar e fazer chegar a nossa opinião a cada vez mais pessoas!
Mas também estamos cá para dar voz aos outros e respeitar a opinião de cada um, como temos vindo a fazer.
Estamos cá para lutar pelos interesses da Comporta, doa a quem doer!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Assembleia: finalmente o povo falou!

A Sr ª Presidente voltou a abrir a mesa, com a mesma postura anti-democrática que deu a conhecer na última Assembleia.


Foi lida a proposta de acta redigida em relação à pseudoreunião de dia 27 de Outubro, onde apenas constava a parte em que a CDU falou. Logicamente não foi aprovada, e os motivos inerentes a essa reprovação foram explicados pelo PS e pelo BE, porque estava incompleta.

Voltou a dizer que a lei mudou (a lei mudou em 2002, não é desculpa para o que ela fez na última reunião, nem novidade) e que era direito dela propor as pessoas em que confiava PESSOAL e POLITICAMENTE para o executivo. Colocou uma postura de vítima em que os outros é que estavam a inviabilizar o progresso da Junta, dado que ela só consegue trabalhar com os do partido dela.

Para o público que não tem acesso à internet foi um discurso confuso, incoerente e sem lógica. Para quem lê o Comporta Opina, foi clara a resposta a vários posts que colocámos. Mais uma vez, não pensou no povo, não se preocupou em ser clara e explícita e voltou a defender as amizades e a cor política acima de tudo.

Agora já sabia que era direito da Assembleia deliberar se queria a votação por meio de listas ou uninominal, ao que podemos concluir que a Srª não conhecia de facto a lei. Não foi só teimosia, foi mesmo ignorância.

O PS tomou a posição de se abster em qualquer acto eleitoral a decorrer naquele dia, em protesto à forma como têm vindo a ser feitas as coisas. Tentou explicar os motivos daquela decisão, mas a D. Maria José não o permitiu, simplesmente não deixou falar.

Procedeu à proposta de Susana Picanço primeiro e depois Nuno Guisado para o executivo. Uns momentos decorridos depois de ter começado a palhaçada, alguém do público interveio, explicou que não poderiam votar só os 5 quando estavam 9 na mesa.

Foi aí que se deu a coisa mais fantástica que poderia existir… O Povo falou, mas só falou quem a Srª queria, porque os da Comporta não tinham esse direito. Estando na mesa ou no público tinham de estar calados à sua ordem.

Mas o Povo não permitiu a perpetuação daquele autoritarismo infundamentado e ridículo… Continuou a fazer-se ouvir e manifestou-se contra a imposição da eleita.

A Cecília interveio, e falou pelo povo. Disse que se sentia triste com tudo o que se estava a passar, disse que se sentia “uma bola de ping-pong” no meio de uma guerra entre partidos e que todos se esqueciam do mais importante, a COMPORTA! Todos se esqueciam que tinham sido eleitos pelo povo para o servir e não pelos partidos. Que deviam defender os interesses do povo e não o dos partidos.

A deputada do Bloco explicou porque devia ser mais do que um partido no executivo, que era a vontade do povo, e que para ela era indiferente se fosse do BE ou do PS. Porque todos deviam defender os mesmos interesses: os da Comporta e não fazer guerras partidárias.

O povo presente aplaudia a cada ideia finalizada, o povo levantou-se para aplaudir quem realmente defende a Comporta. Com palavras simples e acessíveis e com o coração demonstrou a sua posição e o seu amor pela terra.

À excepção das pessoas que não eram da Comporta e poucas mais, o povo reconheceu nas palavras da Cecília a sua vontade. O povo ouviu a sua voz representada na Assembleia. Sem interesses políticos ou pessoais. Só com a vontade de fazer algo pela terra e cheia de emoção nas palavras a Cecília disse o que o povo pensa e sente.

O PS retirou-se da mesa, em forma de protesto, não corroborando o que estava a ser feito pela CDU, perante o sucedido o Bloco também se retirou.

A Srª Presidente continua a apoiar-se na ideia de que foi ESCOLHIDA, nós vamos ensinar uma coisa: 5 é mais do que 4, o que significa que ela não é a vontade do povo, a oposição é a voz do povo. Podem nem sempre estar em concordância, mas a partir do momento que estão contra as decisões dela são a MAIORIA. 5 vai ser sempre mais do que 4.

À D. Mª José foi dada uma lição de democracia e ao povo foi finalmente dada voz...