domingo, 30 de maio de 2010
O ring? Parece que não estão para aí virados...
O ring foi uma obra bastante interessante, podemos até dizer importante.
Miúdos e graúdos, quando o tempo o permite, juntam-se para fazer algo construtivo. Construtivo para o seu bem estar, para a saúde e como prevenção para outros tipos de comportamento que os coloquem em risco.
Quem é a mãe ou o pai e não prefere saber que o filho está a praticar desporto, perto de casa, e junto com outros?
Permite o convívo, quebra o isolamento e ainda faz bem para a saúde!
Pena temos que a degradação seja uma problemática que se está a instalar, quer no ring, quer no campo de futebol.
Ainda há poucos anos, quando voltou a haver uma equipa de futebol na Comporta, as pessoas aderiam, participavam, saiam de casa para apoiar os amigos ou familiares.
O que temos agora? Nada. Cada vez menos...
Bailes? É essa a grande aposta da Junta de Freguesia?
E o teatro? O cinema? O desporto? Para nós, que devemos ser alienados, bailes não é cultura!
Que fique claro que não temos nada contra os bailes, temos muita pena da perda da tradição do São João da Comporta. A festa que movia a terra e arredores.
Somos sim, contra o facto de não apostarem noutro tipo de actividades. Somos contra o facto de deixarem degradar o que já existe! Somos contra ao facto da Comporta estar a ficar à parte de todo o Concelho, ser uma localidade cada vez mais deprimente, degradada e menos convidativa para as pessoas que cá vivem.
Enquanto o Povo brinca os "Senhores do Mundo", vão-nos enganando!
O Mundo está em crise, o desemprego aumenta,os Vulcões "falam" mais alto, os ricos estão cada vez mais ricos, os pobres cada vez mais pobres, e o Povo está contente porque é dono de algo!?
Eis as Quintas do faz de conta, em que todos podemos ser ricos de forma virtual. A este fenómeno dá-se o nome de Farmville...
Eis as Quintas do faz de conta, em que todos podemos ser ricos de forma virtual. A este fenómeno dá-se o nome de Farmville...
sábado, 22 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Comporta Cocoon Lodges????? What???
Ao "passearmos" no facebook, apareceu lá uma página "Comporta Cocoon Lodges", como tinha o nome da nossa terrinha fomos logo espreitar...
Aparentemente agora querem "povoar" o nosso pinhal com malta do papel. Um conceito novo de casa e piscinas feitas no meio da natureza que permitem o contacto directo com a mesma.
Parece que a Comporta por si já não chega para virem nas férias... Agora querem mais...
Isto trás-nos tanta coisa à cabeça, que nem sabemos ao certo o que dizer.
A questão ambiental?
Não há espaço para nós, pessoas de cá, morarmos e fazermos casas - "porque já não há terrenos"- mas parece que para quem tem dinheiro, INVENTAM formas.
Mas a questão que, para quem mora cá, vem de imediato é: "ENTÃO E OS MOSQUITOS?". No meio do pinhal, espalhar por aí casas e piscinas biológicas... Parece-nos hilariante... Vamos estar cá para ver no que vai dar...
Esta foto foi retirada do blog http://www.comporta-cocoon-lodges.blogspot.com
A construção Piscina Biológica de COCOON EcoLodges - Comporta :
terça-feira, 4 de maio de 2010
Num edificio " Hoteleiro " da nossa terra...
CAVALEIRO-Senhora pode facultar-me o livro de reclamações?
"EMENGARDA"-Não tenho!..
Além de não poder-se negar o fornecimento do livro de reclamações, é a péssima imagem, da nossa Comporta que está em causa. Este episódio aconteceu no passado fim de semana, enquanto decorria as provas de equitação.
Por estas e outras "mil" razões, os turistas preferem procurar alojamento noutras paragens. Fica em causa o bom nome da Comporta e o prejuizo que daí advém para a economia local.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
1º de Maio ( Comemoração de uma UTOPIA !? )
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA . No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outro países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA . No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outro países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
QUERCUS DENUNCIA "ATENTADO" AO AMBIENTE EM EXPLORAÇÃO DE SAIBRO NA HERDADE DA COMPORTA
A associação ambientalista Quercus denunciou o risco ambiental encontrado na saibreira da Herdade da Comporta (propriedade do Grupo Espírito Santo), em Alcácer do Sal, depois de se ter deslocado ao local e constatado depósitos de entulho, com tijolos e alcatrão, e que "ultrapassam os muitos milhares de toneladas", escondidos debaixo de uma camada de areia.
Diogo Gomes, da Quercus do Litoral Alentejano confirma que "tem havido pessoas que vão lá depositar entulho, bocados de tijolos e até alcatrão, em quantidades muito grandes. Não se sabe há quanto tempo, nem há forma de calcular as quantidades, sendo que houve uma cobertura rápida com as areias", sendo que com a água das chuvas arrastou a areia e "está tudo à vista".
A acusação recai sobre a empresa Burgausado, que "deverá perder a concessão da saibreira no início de Maio por denúncia do respectivo contrato", de "acentuar o ritmo de exploração, laborando mais de 17 horas por dia e colocando em perigo a segurança dos trabalhadores".
Diogo Gomes aponta ainda que "sabendo-se que as escavações estarão abaixo dos níveis freáticos, o problema colocará em risco a saúde pública e terá impactes graves ao nível da conservação da natureza e do ambiente".
Manuel Cachadinha, responsável da empresa Burgausado justifica-se dizendo que "às vezes colocamos lá [na saibreira] terras vegetais, tiradas do Carvalhal [Grândola] e que às vezes têm alguns resíduos de tijolo, porque eram terrenos que antigamente eram galinheiros. Não retiramos esses resíduos porque não dá para ter alguém a tirar pedrinha a pedrinha".
A denúncia da Quercus foi apresentada ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, no dia 18 de Abril, e na segunda-feira contactou o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), tendo acompanhado "os vigilantes ao local, de forma a tomarem conta da ocorrência.
Diogo Gomes, da Quercus do Litoral Alentejano confirma que "tem havido pessoas que vão lá depositar entulho, bocados de tijolos e até alcatrão, em quantidades muito grandes. Não se sabe há quanto tempo, nem há forma de calcular as quantidades, sendo que houve uma cobertura rápida com as areias", sendo que com a água das chuvas arrastou a areia e "está tudo à vista".
A acusação recai sobre a empresa Burgausado, que "deverá perder a concessão da saibreira no início de Maio por denúncia do respectivo contrato", de "acentuar o ritmo de exploração, laborando mais de 17 horas por dia e colocando em perigo a segurança dos trabalhadores".
Diogo Gomes aponta ainda que "sabendo-se que as escavações estarão abaixo dos níveis freáticos, o problema colocará em risco a saúde pública e terá impactes graves ao nível da conservação da natureza e do ambiente".
Manuel Cachadinha, responsável da empresa Burgausado justifica-se dizendo que "às vezes colocamos lá [na saibreira] terras vegetais, tiradas do Carvalhal [Grândola] e que às vezes têm alguns resíduos de tijolo, porque eram terrenos que antigamente eram galinheiros. Não retiramos esses resíduos porque não dá para ter alguém a tirar pedrinha a pedrinha".
A denúncia da Quercus foi apresentada ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, no dia 18 de Abril, e na segunda-feira contactou o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), tendo acompanhado "os vigilantes ao local, de forma a tomarem conta da ocorrência.
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