A nossa homenagem a um GRANDE Homem.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
'New York Times' elogia pureza da Comporta
"Para um local de férias com um ar tão natural, selvagem até, a Comporta, no concelho de Alcácer do Sal, não aparenta, digamos assim, ter as marcas tradicionais de um destino turístico internacional. Isto não impede, no entanto, que todos os anos centenas de turistas atravessem os pinhais e arrozais da Comporta para aproveitarem o sol e a relativa calma que a localidade oferece.
Foi precisamente o aspecto relativamente intocado da Comporta que levou a que o jornal norte- -americano New York Times distinguisse este destino como um local de referência turística à escala mundial. O artigo do diário nova--iorquino cita precisamente as cabanas, os campos de arroz e as áreas de mato da Comporta como alguns dos principais factores que a tornam tão apelativa aos turistas com gostos mais distintos. Relativamente às praias, o adjectivo utilizado é mesmo o diáfano pristine, ou não fossem estas a principal atracção da Comporta.
Mas nem só de praia e pinhal vive a Comporta. Enquanto a Herdade da Comporta, uma companhia privada, se encarrega de "repristinar" as condições naturais do terreno, há também na localidade uma oferta distinta, ainda que discreta, de restaurantes e bijutaria. Nas horas de maior calor, pode passar pelo Restaurante O Dinis, na praia do Carvalhal. Por outro lado, se preferir uma refeição com mais requinte, pode ir ao Museu do Arroz, agora transformado num local de convívio social e lazer."
Notícia de hoje no DN, através de http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1625738
E O RESTO???? SÓ a Herdade da Comporta, o Museu do Arroz e a praia??? ISTO É A COMPORTA??????????
Foi precisamente o aspecto relativamente intocado da Comporta que levou a que o jornal norte- -americano New York Times distinguisse este destino como um local de referência turística à escala mundial. O artigo do diário nova--iorquino cita precisamente as cabanas, os campos de arroz e as áreas de mato da Comporta como alguns dos principais factores que a tornam tão apelativa aos turistas com gostos mais distintos. Relativamente às praias, o adjectivo utilizado é mesmo o diáfano pristine, ou não fossem estas a principal atracção da Comporta.
Mas nem só de praia e pinhal vive a Comporta. Enquanto a Herdade da Comporta, uma companhia privada, se encarrega de "repristinar" as condições naturais do terreno, há também na localidade uma oferta distinta, ainda que discreta, de restaurantes e bijutaria. Nas horas de maior calor, pode passar pelo Restaurante O Dinis, na praia do Carvalhal. Por outro lado, se preferir uma refeição com mais requinte, pode ir ao Museu do Arroz, agora transformado num local de convívio social e lazer."
Notícia de hoje no DN, através de http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1625738
E O RESTO???? SÓ a Herdade da Comporta, o Museu do Arroz e a praia??? ISTO É A COMPORTA??????????
domingo, 18 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Música na Comporta
13 de Agosto
22h
Na Adega da Comporta
The Bryan Adams Experience - Banda de tributo ao cantor canadiano e TheLogicalTramp - The spirit of Supertramp!
Música na Comporta
Uma noite com duas magníficas bandas de tributo a Bryan Adams e aos Supertramp. Bilhetes à venda nos locais habituais.
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Febre do mundial? O governo aproveita...
Tal como nós prevíamos, e não é preciso ser muito perspicaz para antever isto, o governo aproveita a loucura do mundial para lançar "boas" notícias.
“O Governo publico um decreto-lei de execução orçamental que obriga os bancos a enviar às Finanças informação sobre quanto é que cada cidadão recebe por ano em juros de poupanças, apesar de as instituições financeiras já fazerem a retenção na fonte relativamente às taxas liberatórias.” (in: www.dn.pt)
Não é exactamente o levantamento do sigilo bancário que nos preocupa, até concordamos, e já está previsto na lei (em certas situações)! Se os valores das contas não correspondem aos ordenados e outros rendimentos, é uma forma de combate à evasão fiscal. Não faz sentido nenhum receberem dinheiro e não o declararem, porque assim anda meio mundo a trabalhar para os outros. Para além de não pagarem os respectivos impostos, não contribuem para a Segurança Social e até encontram forma de receber subsídios aos quais não deveriam ter direito. Estão assim a contribuir não só para o défice de um país, como também a comprometer a situação económica da Segurança Social e consecutivamente a prejudicar todos aqueles que não terão reforma.
O que o governo quer é gente preguiçosa, que dependa de subsídios, que façam barulho para pedir coisas e nenhum esforço para consegui-las... Porque se uma pessoa trabalhar, então tem direito a ser inspeccionado, a pagar impostos, a pagar segurança social, a pagar os estudos dos filhos, taxas moderadoras e ainda perspectiva a inexistência de subsídios quando necessitar.
Mas, quererem fazer justiça fiscal, através daqueles que pouparam, e levar parte das suas poupanças. Acreditamos que exista gente a receber bastante dinheiro de juros dos bancos, cuja proveniência é suspeita. Mas, aquela pessoa que tem feito esforços, que tem abdicado de mordomias e bens essenciais para conseguir sentir alguma segurança económica em caso de infortúnio, deve ser novamente taxada pelo governo? Aquele pessoa que vai juntando as economias para comprar algo, sem necessitar de pedir empréstimos, deve ser prejudicada? Tem-se ouvido o governo apelar tanto à poupança, mas não é este decreto-lei uma medida anti-poupança?
Deveriam ter levado pelo menos a ideia à Assembleia da República, permitir o debate e chegarem a uma conclusão democrática, para podermos ser representados (ou não) através dos partidos políticos. Mas democracia é um conceito em que cada vez menos acreditamos.
Apesar de se uma coisa muito boa, nem queremos imaginar o que vai acontecer se Portugal for campeão.
“O Governo publico um decreto-lei de execução orçamental que obriga os bancos a enviar às Finanças informação sobre quanto é que cada cidadão recebe por ano em juros de poupanças, apesar de as instituições financeiras já fazerem a retenção na fonte relativamente às taxas liberatórias.” (in: www.dn.pt)
Não é exactamente o levantamento do sigilo bancário que nos preocupa, até concordamos, e já está previsto na lei (em certas situações)! Se os valores das contas não correspondem aos ordenados e outros rendimentos, é uma forma de combate à evasão fiscal. Não faz sentido nenhum receberem dinheiro e não o declararem, porque assim anda meio mundo a trabalhar para os outros. Para além de não pagarem os respectivos impostos, não contribuem para a Segurança Social e até encontram forma de receber subsídios aos quais não deveriam ter direito. Estão assim a contribuir não só para o défice de um país, como também a comprometer a situação económica da Segurança Social e consecutivamente a prejudicar todos aqueles que não terão reforma.
O que o governo quer é gente preguiçosa, que dependa de subsídios, que façam barulho para pedir coisas e nenhum esforço para consegui-las... Porque se uma pessoa trabalhar, então tem direito a ser inspeccionado, a pagar impostos, a pagar segurança social, a pagar os estudos dos filhos, taxas moderadoras e ainda perspectiva a inexistência de subsídios quando necessitar.
Mas, quererem fazer justiça fiscal, através daqueles que pouparam, e levar parte das suas poupanças. Acreditamos que exista gente a receber bastante dinheiro de juros dos bancos, cuja proveniência é suspeita. Mas, aquela pessoa que tem feito esforços, que tem abdicado de mordomias e bens essenciais para conseguir sentir alguma segurança económica em caso de infortúnio, deve ser novamente taxada pelo governo? Aquele pessoa que vai juntando as economias para comprar algo, sem necessitar de pedir empréstimos, deve ser prejudicada? Tem-se ouvido o governo apelar tanto à poupança, mas não é este decreto-lei uma medida anti-poupança?
Deveriam ter levado pelo menos a ideia à Assembleia da República, permitir o debate e chegarem a uma conclusão democrática, para podermos ser representados (ou não) através dos partidos políticos. Mas democracia é um conceito em que cada vez menos acreditamos.
Apesar de se uma coisa muito boa, nem queremos imaginar o que vai acontecer se Portugal for campeão.
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