quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
100 anos da República Portuguesa
A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português que, no dia 5 de outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.
A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, a república apresentava-se como a única capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.
Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.
A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, a república apresentava-se como a única capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.
Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.
domingo, 26 de setembro de 2010
Quais protocolos? Comporta da Rua do Comércio!
Na sessão de Assembleia Municipal realizada ontem no Auditório da Comporta (acto inédito de descentralização que deve ser louvado), a freguesia da Comporta esteve em “debate”. Passando ao lado imensos assuntos que a par dos expostos, deveriam ser aprofundados. Mas foi o que foi…
Na nossa opinião o vergonhoso passou pelo facto, de a Senhora Presidente de Junta da Comporta, (que há 20 anos anda nestas andanças), desconhecer os protocolos que assinou com a Câmara Municipal e de também achar que a Comporta é apenas os locais por ela frequentados ou por onde ela passa!? Como a ausência de elementos do Executivo da Junta e da Assembleia de Freguesia.
Para quem não esteve lá poder perceber, o Senhor Vereador demonstrou-se indignado quando viu o estado dos nossos campos de futebol e o de futesal. Não é à falta de aviso do Comporta Opina, já tinhamos falado disso. A novidade é que a manutenção desses espaços é da responsabilidade da Junta de Freguesia (o que está assindado em protocolo). Sentimos vergonha...
Também embaraçados ficámos quando a Senhora Presidente perguntou à Câmara quem arranjava o parque infantil da Comporta. Segundos depois perguntou se a Câmara sempre cedia um espaço para a Junta, a mesma Junta que não arranja o parque da Comporta, poder construir um parque infantil na Carrasqueira. O senhor Paredes chamou a atenção para as despezas, mas a Junta responsabilizou-se pela compra do material e pela construção. O que nos indigna? Que se isto não é uma questão política, não percebemos este favoritismo pela Carrasqueira ( ou talvez se perceba, se formos ver os resultados da eleição).
Mas a parte mais hilariante foi quando, ao ser abordada a questão da ciclovia que ligaria a Comporta à praia, foi sugerido por parte dos deputados da CDU a construção de uma ciclovia que ligásse Troia a Alcácer (e também Alcácer a Grândola).
E a Comporta onde ficou? Na mesma! Resoluções não presenciamos nenhuma. Entre a Carrasqueira, Alcácer e a Batata Doce lá foram sendo os problemas empurrados da Câmara para a Junta e da Junta para a Câmara...
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Não Esquecer!!!
Amanhã vai decorrer a Assembleia Municipal aqui na nossa terra, e a ordem de trabalhos parece-nos interessante...
É fundamental abordar todos aqueles pontos, e esperamos que o façam da melhor maneira.
Temos esperança de que desta reunião surjam deliberações importantes para o povo, para a Comporta e para o Concelho.
Temos esperança que as divergências partidárias se deixem abafar pelo que é realmente importante, e que trabalhem todos juntos para povo, para a Comporta e para o Concelho.
Temos esperança que o povo, da Comporta e do Concelho, participe, colabore e cumpra a sua parte ao fazer-se ouvir e apresentar, não só os problemas, como também propostas de soluções.
Esperamos que não se esqueçam de tudo o que já falámos neste blogue e de tudo aquilo que ficou por falar.
Esperamos que ao visitarem a nossa terra, os membros da Assembleia possam ter consciência da "aldeia fantasma" em que se transforma quando "abalam" os turistas, que tenham consciência que existem pessoas que cá vivem durante todo o ano (aqueles que ainda conseguem) e que precisam de condições para continuar cá, que tenham consciência que existem jovens (e não só) que até gostavam de cá viver, mas que não têm oportunidades...
Não se esqueçam que é preciso criar emprego, que é preciso criar condições para as pessoas cá poderem viver, que é preciso encontrar uma solução para a falta de habitação (terrenos ou casas), que é preciso apostar mais ainda na educação e na saúde.
Não se esqueçam que a Comporta não tem serviços públicos (Acção Social, Centro de Emprego, Escola Básica, etc.) e que os transportes existentes também não permitem o acesso fácil a esses serviços centralizados.
Não se esqueçam de tudo o que é importante, porque embora a ordem de trabalhos nos pareça interessante, não tem tudo!!!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Reunião de Assembleia Municipal na COMPORTA
A Assembleia Municipal leva a efeito no dia 25 de Setembro uma reunião pública, no final da qual os munícipes poderão colocar as duas dúvidas e expor situações pertinentes. A sessão ordinária tem início às 16h e realiza-se no Auditório Municipal da Comporta.
http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/Agendasemanal/Paginas/ReuniaodeAssembleiaMunicipal25set10.aspx
http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/Agendasemanal/Paginas/ReuniaodeAssembleiaMunicipal25set10.aspx
ESPERAMOS QUE TODOS COMPAREÇAM!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Os tentáculos dos "POLVOS"!..
Os terrenos da prisão do Pinheiro da Cruz, no litoral alentejano, são a jóia mais cobiçada pelos grupos turísticos nacionais. Sonae, Pestana, Amorim Turismo e Espírito Santo estão atentos e já demonstraram, embora de forma velada, apetite por explorar o potencial imenso oferecido por uma área de 1.500 hectares (equivalente a 1.500 campos de futebol) e com uma frente de praia de três quilómetros.
O interesse surge, naturalmente, depois do Governo ter decidido deslocalizar o estabelecimento prisional do Pinheiro da Cruz para a região do Canal Caveira, também no concelho de Grândola. Com esta transferência, o Ministério da Justiça deverá colocar à venda os terrenos da prisão, os quais poderão ser utilizados para fins turísticos. Em tempo de 'vacas magras' a alienação dos 1.500 hectares poderá permitir ao Estado um encaixe financeiro chorudo entre os 5,25 e os 7,5 mil milhões de euros. Este intervalo resulta de se contabilizar o preço de um hectare num intervalo entre os 3,5 e os cinco milhões de euros.
O aproveitamento turístico dos terrenos é inevitável e assumido pelo presidente da Câmara Municipal de Grândola. "Estamos receptivos a uma operação desse tipo desde que o índice de ocupação se mantenha ao nível do que já foi aprovado na costa atlântica", afirmou Carlos Beato ao Negócios.
in: Jornal de Negócios
O interesse surge, naturalmente, depois do Governo ter decidido deslocalizar o estabelecimento prisional do Pinheiro da Cruz para a região do Canal Caveira, também no concelho de Grândola. Com esta transferência, o Ministério da Justiça deverá colocar à venda os terrenos da prisão, os quais poderão ser utilizados para fins turísticos. Em tempo de 'vacas magras' a alienação dos 1.500 hectares poderá permitir ao Estado um encaixe financeiro chorudo entre os 5,25 e os 7,5 mil milhões de euros. Este intervalo resulta de se contabilizar o preço de um hectare num intervalo entre os 3,5 e os cinco milhões de euros.
O aproveitamento turístico dos terrenos é inevitável e assumido pelo presidente da Câmara Municipal de Grândola. "Estamos receptivos a uma operação desse tipo desde que o índice de ocupação se mantenha ao nível do que já foi aprovado na costa atlântica", afirmou Carlos Beato ao Negócios.
in: Jornal de Negócios
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