Ribeira do distrito de Setúbal que nasce a norte da Serra de Grândola, e que desagua na margem esquerda do Rio Sado, na povoação da Comporta, concelho de Alcácer do Sal.
Até à cerca de 6000 anos a ribeira da Comporta desaguava diretamente no oceano Atlântico no enfiamento do canhão submarino do Sado. Com a formação da restinga que deu origem à atual península de Troia, o curso do troço terminal da ribeira infletiu para norte, passando a desaguar no estuário do Sado.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O município dá... mas porque tem interesses, claro!
"O Município de Alcácer do Sal vai conceder apoio financeiro extraordinário à Santa Casa da Misericórdia do Torrão, ao Centro Social e Paroquial de São Pedro da Comporta e à Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Pazôa)."
"(...)a autarquia decidiu atribuir um subsídio 36 mil euros ao Centro Social e Paroquial da Comporta, destinados a suprir a cedência de recursos humanos desta instituição que irão dar apoio à nova sala de pré-escolar do Centro Escolar da Comporta."
in: http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/Noticias/Paginas/Municipioconcedeapoioextraordinarioainstituicoesdoconcelho_.aspx
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"(...)a autarquia decidiu atribuir um subsídio 36 mil euros ao Centro Social e Paroquial da Comporta, destinados a suprir a cedência de recursos humanos desta instituição que irão dar apoio à nova sala de pré-escolar do Centro Escolar da Comporta."
in: http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/Noticias/Paginas/Municipioconcedeapoioextraordinarioainstituicoesdoconcelho_.aspx
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domingo, 31 de julho de 2011
O nosso lixo "doméstico"...
Porque andam os portugueses tão indignados, quando uma agência de rating chamada Moodys, classificou Portugal de “lixo”?
Sou um patriota convicto!
Mas se analisar o que se tem passado no meu país, encontro “lixo” que as incineradoras existentes não chegam para extinguir todo o “lixo” que por ai anda!
Vejamos :- Se tivermos em consideração que os tribunais funcionam apenas para os “pilha galinhas”, enquanto a criminalidade organizada vai proliferando a uma escala nunca antes vista.
As cunhas a par com a pequena corrupção, vão continuando nas repartições públicas… Os serviços policiais aplicam as leis apenas a uma parte da população. O médico de família arranja uma consulta se lhe oferecerem uma galinha, o fiscal da Câmara é conivente com situações irregulares se isso lhe trouxer vantagens…, os Presidente das Juntas e das Câmaras não são representantes de todos os cidadãos…as oportunidades nos empregos e no ensino não são iguais para todos os portugueses, a ASAE aplica as leis a uns, enquanto com outros passa ao lado… etc…etc…
Depois desta rápida análise, do estado desta nação, é urgente mudar o rumo das coisas para que não nos chamem de “lixo”.
A limpeza deve começar perto da nossa porta e logo atingiremos o topo.
Sou um patriota convicto!
Mas se analisar o que se tem passado no meu país, encontro “lixo” que as incineradoras existentes não chegam para extinguir todo o “lixo” que por ai anda!
Vejamos :- Se tivermos em consideração que os tribunais funcionam apenas para os “pilha galinhas”, enquanto a criminalidade organizada vai proliferando a uma escala nunca antes vista.
As cunhas a par com a pequena corrupção, vão continuando nas repartições públicas… Os serviços policiais aplicam as leis apenas a uma parte da população. O médico de família arranja uma consulta se lhe oferecerem uma galinha, o fiscal da Câmara é conivente com situações irregulares se isso lhe trouxer vantagens…, os Presidente das Juntas e das Câmaras não são representantes de todos os cidadãos…as oportunidades nos empregos e no ensino não são iguais para todos os portugueses, a ASAE aplica as leis a uns, enquanto com outros passa ao lado… etc…etc…
Depois desta rápida análise, do estado desta nação, é urgente mudar o rumo das coisas para que não nos chamem de “lixo”.
A limpeza deve começar perto da nossa porta e logo atingiremos o topo.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O "tal" artigo da Visão enviesada
Achámos que, por mais interessante que nos parecesse colocar o artigo da revista Visão no Comporta Opina, poderia -eventualmente- não ser correto. Pensámos nos direitos de autor e nessas questões legais, porque uma vez que a revista se encontra à venda, poderíamos ter problemas...
Então não é que agora encontrámos o artigo na íntegra publicado pelos senhores do Rio Forte, grupo Espírito Santo (CLARO)... Eles certamente não terão chatices...
Aqui fica o artigo, para quem quiser ler:
Artigo da Visão: O que é que a Comporta tem?
Até é compreensível que não tenham problemas em publicar. Porque até foi a informação fornecida por eles e de acordo com os seus interesses.
O povo? Os que cá habitam todo o ano? Esses são como os mosquitos: só incomodam!?
Então não é que agora encontrámos o artigo na íntegra publicado pelos senhores do Rio Forte, grupo Espírito Santo (CLARO)... Eles certamente não terão chatices...
Aqui fica o artigo, para quem quiser ler:
Artigo da Visão: O que é que a Comporta tem?
Até é compreensível que não tenham problemas em publicar. Porque até foi a informação fornecida por eles e de acordo com os seus interesses.
O povo? Os que cá habitam todo o ano? Esses são como os mosquitos: só incomodam!?
sexta-feira, 15 de julho de 2011
A miopia da "Visão" !?
Como não podia deixar de ser, o Comporta-Opina depois de ter conhecimento do texto da revista Visão, com o título (O que é que a Comporta tem?); passa a relatar com todo o direito, a sua indignação em relação a certos “factos” e afirmações no referido texto.
Com todo o respeito para com a senhora Rosa Ruela(autora do texto), mas com menor respeito pelos “pseudo-amantes ou “descobridores/colonizadores” da Comporta”.
Nos longínquos aos 20 e 30 do século XX, uma família de origem Inglesa usando a mão de obra barata e faminta de gentes das mais variadas regiões do país, meteram mãos á obra e desbravaram as terras desta Herdade.
Nos anos 60 e 70 foram construídas as estradas que ligariam a Comporta a Tróia bem como a Alcácer do Sal. Na sequência de tudo isto foram homens do povo os pioneiros a criarem os acessos ás praias da Comporta, Carvalhal e Pego.
Nos anos 70,80 e 90 os turistas humildes, deram alma e vida a toda esta região, chegavam, usufruíam, respeitavam, contribuíam para a economia local e regressavam ás suas terras com vontade de voltar.
As elites não passam disso mesmo(elites), usam e abusam, sem qualquer respeito pelos originários desta região.
Lamentamos que tenham ficado de fora, (de uma forma descaradamente propositada), a não referência aos comércios que realmente foram, e são, o suporte da micro-economia, gerida pelos descendentes dos primeiros comerciantes e por outros (filhos da terra) que deram alma e aguentaram os momentos maus e bons através da sua carolice, mas que vão cuidando e dando alma ás aldeias da herdade nos 365 dias do ano.
Homenageando os resistentes no “braço de ferro” entre as ideias elitistas e os filhos do povo que teimam em ficar por cá, realço o nome de inúmeros estabelecimentos que são tão dignos de reconhecimento, como os que vem no texto. Estes sim, são genuínos, não tem decorações nem pratos importados: Rei do Choco, O Caldeiradas, O Rola, O Barco do Sado, O Frango Assado, O Mário, Restaurante DªGuida, O Folha, S.João, Tasquinha da Comporta, Bar O Arado, 100 Sabores, O Zé, O Celeiro, Pizzaria do Monte, Pastelaria Eucaliptus, A Cegonha, O Central, Loja da Rita, Loja da DnªNatalina, Clube da Comporta, Papelaria da Comporta, Minimercados Casas da Comporta e Gomes, A Glória, O Pinheiro, Mira Ponte, O Avelino, S.Romão, e todos os outros que com as suas empresas são 80% do motor económico desta região.
Com todo o respeito para com a senhora Rosa Ruela(autora do texto), mas com menor respeito pelos “pseudo-amantes ou “descobridores/colonizadores” da Comporta”.
Nos longínquos aos 20 e 30 do século XX, uma família de origem Inglesa usando a mão de obra barata e faminta de gentes das mais variadas regiões do país, meteram mãos á obra e desbravaram as terras desta Herdade.
Nos anos 60 e 70 foram construídas as estradas que ligariam a Comporta a Tróia bem como a Alcácer do Sal. Na sequência de tudo isto foram homens do povo os pioneiros a criarem os acessos ás praias da Comporta, Carvalhal e Pego.
Nos anos 70,80 e 90 os turistas humildes, deram alma e vida a toda esta região, chegavam, usufruíam, respeitavam, contribuíam para a economia local e regressavam ás suas terras com vontade de voltar.
As elites não passam disso mesmo(elites), usam e abusam, sem qualquer respeito pelos originários desta região.
Lamentamos que tenham ficado de fora, (de uma forma descaradamente propositada), a não referência aos comércios que realmente foram, e são, o suporte da micro-economia, gerida pelos descendentes dos primeiros comerciantes e por outros (filhos da terra) que deram alma e aguentaram os momentos maus e bons através da sua carolice, mas que vão cuidando e dando alma ás aldeias da herdade nos 365 dias do ano.
Homenageando os resistentes no “braço de ferro” entre as ideias elitistas e os filhos do povo que teimam em ficar por cá, realço o nome de inúmeros estabelecimentos que são tão dignos de reconhecimento, como os que vem no texto. Estes sim, são genuínos, não tem decorações nem pratos importados: Rei do Choco, O Caldeiradas, O Rola, O Barco do Sado, O Frango Assado, O Mário, Restaurante DªGuida, O Folha, S.João, Tasquinha da Comporta, Bar O Arado, 100 Sabores, O Zé, O Celeiro, Pizzaria do Monte, Pastelaria Eucaliptus, A Cegonha, O Central, Loja da Rita, Loja da DnªNatalina, Clube da Comporta, Papelaria da Comporta, Minimercados Casas da Comporta e Gomes, A Glória, O Pinheiro, Mira Ponte, O Avelino, S.Romão, e todos os outros que com as suas empresas são 80% do motor económico desta região.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
O plano de urbanização da Comporta!!!
Esta é a planta do que os membros do executivo da Câmara Municipal de Alcácer pensam fazer da Comporta. Este é o Plano de Urbanização da Comporta, com as respectivas alterações que QUEREM implementar.
Demos uma vista de olhos e deparámos-nos com algumas irregularidades, isto é, construções que existem e não estão representadas, entre outras coisas... Queremos acreditar que somos nós que vemos muito mal...
Encontra-se disponível através de http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/AvisosEditaiseConcursos/Documents/Planta_Zonamento.pdf
Para já não comentamos....
Demos uma vista de olhos e deparámos-nos com algumas irregularidades, isto é, construções que existem e não estão representadas, entre outras coisas... Queremos acreditar que somos nós que vemos muito mal...
Encontra-se disponível através de http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/AvisosEditaiseConcursos/Documents/Planta_Zonamento.pdf
Para já não comentamos....
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Quanto mais conheço as pessoas... mais gosto do meu cão!
Nesta altura do ano tende a emergir o "melhor" de alguns - eles sim- animais.
É altura de férias, e nesta época os bichos deixam de ser giros e passam a ser um estorvo. O cachorro, o gatinho ou até o peixinho passam a ser indesejados, porque já não dão jeito?! Ou porque cresceram?!
Não consigo perceber o qual é a parte que as pessoas quando "adoptam" os animais não sabem...
Não sabem que eles vão crescer?
Não sabem que não têm onde os deixar quando vão de férias?
Não sabem que não são brinquedos e que precisam de cuidados?
É então agora que o peixinho vai parar à sanita e que o cãozinho fica na beira da estrada.
Triste??? Não!!! É mesmo cruel...
A estrada entre Alcácer e a Comporta é um local onde estes anormais costumam "largar" os animais. Durante estes dias foi abandonado um cão - médio porte, preto e branco - algures nesta estrada.
A cada carro que passava o bichinho olhava e procurava encontrar o seu dono, "aquela pessoa que ele ama incondicionalmente", que ele espera que o proteja e que cuide dele como se comprometeu.
A pessoa? Estará de férias, a fazer o que bem entende!
O cãozinho? Depois de passar algum tempo na expectativa de estar a viver um pesadelo, num sofrimento imenso acabou por "descansar"...
Não sei se um carro lhe bateu e morreu apenas com a dor do abandono da sua família....
Não sei se um carro lhe bateu e sofreu durante tempo indeterminado, com dores, acabando por morrer ao fim de sabe-se lá quanto tempo de agonia....
Ou se alí esteve, a correr a trás de cada carro, acabando por morrer de fome e sede, com tudo o que isso implica.
O que sei? É que alguém matou um cão, deixando-o na estrada. E que gostaria que essa pessoa soubesse o que fez e que algum dia sentisse o mesmo...
É altura de férias, e nesta época os bichos deixam de ser giros e passam a ser um estorvo. O cachorro, o gatinho ou até o peixinho passam a ser indesejados, porque já não dão jeito?! Ou porque cresceram?!
Não consigo perceber o qual é a parte que as pessoas quando "adoptam" os animais não sabem...
Não sabem que eles vão crescer?
Não sabem que não têm onde os deixar quando vão de férias?
Não sabem que não são brinquedos e que precisam de cuidados?
É então agora que o peixinho vai parar à sanita e que o cãozinho fica na beira da estrada.
Triste??? Não!!! É mesmo cruel...
A estrada entre Alcácer e a Comporta é um local onde estes anormais costumam "largar" os animais. Durante estes dias foi abandonado um cão - médio porte, preto e branco - algures nesta estrada.
A cada carro que passava o bichinho olhava e procurava encontrar o seu dono, "aquela pessoa que ele ama incondicionalmente", que ele espera que o proteja e que cuide dele como se comprometeu.
A pessoa? Estará de férias, a fazer o que bem entende!
O cãozinho? Depois de passar algum tempo na expectativa de estar a viver um pesadelo, num sofrimento imenso acabou por "descansar"...
Não sei se um carro lhe bateu e morreu apenas com a dor do abandono da sua família....
Não sei se um carro lhe bateu e sofreu durante tempo indeterminado, com dores, acabando por morrer ao fim de sabe-se lá quanto tempo de agonia....
Ou se alí esteve, a correr a trás de cada carro, acabando por morrer de fome e sede, com tudo o que isso implica.
O que sei? É que alguém matou um cão, deixando-o na estrada. E que gostaria que essa pessoa soubesse o que fez e que algum dia sentisse o mesmo...
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