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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Aqui está a malandrice...(arquitetada pelos administradores da Herdade da Comporta,SA)
Devagar, devagarinho, os "senhores" administradores da Herdade da Comporta vão introduzindo medidas de duvidosa legalidade por toda a NOSSA Comporta! O Povo tem de dizer basta!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
S.O.S Acabem com os esgotos a céu aberto!
As actividades domésticas e hoteleiras (hotéis, pensões, restaurantes) constituem também importantes fontes de poluição das águas, em especial nas áreas de forte concentração urbana.
Carregadas com grandes quantidades de matéria orgânica, nutrientes e microrganismos, as águas residuais e dos esgotos são também frequentemente lançadas, sem tratamento prévio, nos rios, lagos e albufeiras, o que constitui uma grave ameaça para a saúde das populações.
As águas fluviais são constantemente agredidas pelo excesso de poluentes derramados e despejados nestas águas. Os constantes despejos de esgotos dos centros urbanos estão carregados de substâncias que podem contribuir para o aparecimento de ovos de parasitas, fungos, bactérias, e vírus que ocasionam doenças como tifo, tuberculose, hepatite e cólera.
A maciça utilização de fertilizantes químicos e pesticidas na agricultura moderna tem como consequência, para além da poluição dos solos, a degradação dos recursos hídricos, quer superficiais quer subterrâneos.
As águas das chuvas e de irrigação conduzem parte desses produtos para os rios, lagos e albufeiras, onde provocam graves perturbações ou mesmo a morte dos seres vivos pela ingestão da água envenenada. Por outro lado, e como também já salientámos, pela infiltração desse produtos no solo eles podem atingir as toalhas freáticas, degradando assim as águas subterrâneas, com as consequências fáceis de calcular.
A pecuária moderna e a avicultura tornaram-se também fontes de poluição. Dejectos, substancias químicas componentes das rações (nomeadamente hormonas), sangue e pedaços de vísceras oriundas dos matadouros e detergentes utilizados na lavagem das pocilgas, estábulos e aviários, são lançados nos efluentes sem qualquer tratamento, contaminando também as águas superficiais e subterrâneas, além do seu cheiro nauseabundo, que empesta a atmosfera.
Carregadas com grandes quantidades de matéria orgânica, nutrientes e microrganismos, as águas residuais e dos esgotos são também frequentemente lançadas, sem tratamento prévio, nos rios, lagos e albufeiras, o que constitui uma grave ameaça para a saúde das populações.
As águas fluviais são constantemente agredidas pelo excesso de poluentes derramados e despejados nestas águas. Os constantes despejos de esgotos dos centros urbanos estão carregados de substâncias que podem contribuir para o aparecimento de ovos de parasitas, fungos, bactérias, e vírus que ocasionam doenças como tifo, tuberculose, hepatite e cólera.
A maciça utilização de fertilizantes químicos e pesticidas na agricultura moderna tem como consequência, para além da poluição dos solos, a degradação dos recursos hídricos, quer superficiais quer subterrâneos.
As águas das chuvas e de irrigação conduzem parte desses produtos para os rios, lagos e albufeiras, onde provocam graves perturbações ou mesmo a morte dos seres vivos pela ingestão da água envenenada. Por outro lado, e como também já salientámos, pela infiltração desse produtos no solo eles podem atingir as toalhas freáticas, degradando assim as águas subterrâneas, com as consequências fáceis de calcular.
A pecuária moderna e a avicultura tornaram-se também fontes de poluição. Dejectos, substancias químicas componentes das rações (nomeadamente hormonas), sangue e pedaços de vísceras oriundas dos matadouros e detergentes utilizados na lavagem das pocilgas, estábulos e aviários, são lançados nos efluentes sem qualquer tratamento, contaminando também as águas superficiais e subterrâneas, além do seu cheiro nauseabundo, que empesta a atmosfera.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O "tal" artigo da Visão enviesada
Achámos que, por mais interessante que nos parecesse colocar o artigo da revista Visão no Comporta Opina, poderia -eventualmente- não ser correto. Pensámos nos direitos de autor e nessas questões legais, porque uma vez que a revista se encontra à venda, poderíamos ter problemas...
Então não é que agora encontrámos o artigo na íntegra publicado pelos senhores do Rio Forte, grupo Espírito Santo (CLARO)... Eles certamente não terão chatices...
Aqui fica o artigo, para quem quiser ler:
Artigo da Visão: O que é que a Comporta tem?
Até é compreensível que não tenham problemas em publicar. Porque até foi a informação fornecida por eles e de acordo com os seus interesses.
O povo? Os que cá habitam todo o ano? Esses são como os mosquitos: só incomodam!?
Então não é que agora encontrámos o artigo na íntegra publicado pelos senhores do Rio Forte, grupo Espírito Santo (CLARO)... Eles certamente não terão chatices...
Aqui fica o artigo, para quem quiser ler:
Artigo da Visão: O que é que a Comporta tem?
Até é compreensível que não tenham problemas em publicar. Porque até foi a informação fornecida por eles e de acordo com os seus interesses.
O povo? Os que cá habitam todo o ano? Esses são como os mosquitos: só incomodam!?
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Quanto mais conheço as pessoas... mais gosto do meu cão!
Nesta altura do ano tende a emergir o "melhor" de alguns - eles sim- animais.
É altura de férias, e nesta época os bichos deixam de ser giros e passam a ser um estorvo. O cachorro, o gatinho ou até o peixinho passam a ser indesejados, porque já não dão jeito?! Ou porque cresceram?!
Não consigo perceber o qual é a parte que as pessoas quando "adoptam" os animais não sabem...
Não sabem que eles vão crescer?
Não sabem que não têm onde os deixar quando vão de férias?
Não sabem que não são brinquedos e que precisam de cuidados?
É então agora que o peixinho vai parar à sanita e que o cãozinho fica na beira da estrada.
Triste??? Não!!! É mesmo cruel...
A estrada entre Alcácer e a Comporta é um local onde estes anormais costumam "largar" os animais. Durante estes dias foi abandonado um cão - médio porte, preto e branco - algures nesta estrada.
A cada carro que passava o bichinho olhava e procurava encontrar o seu dono, "aquela pessoa que ele ama incondicionalmente", que ele espera que o proteja e que cuide dele como se comprometeu.
A pessoa? Estará de férias, a fazer o que bem entende!
O cãozinho? Depois de passar algum tempo na expectativa de estar a viver um pesadelo, num sofrimento imenso acabou por "descansar"...
Não sei se um carro lhe bateu e morreu apenas com a dor do abandono da sua família....
Não sei se um carro lhe bateu e sofreu durante tempo indeterminado, com dores, acabando por morrer ao fim de sabe-se lá quanto tempo de agonia....
Ou se alí esteve, a correr a trás de cada carro, acabando por morrer de fome e sede, com tudo o que isso implica.
O que sei? É que alguém matou um cão, deixando-o na estrada. E que gostaria que essa pessoa soubesse o que fez e que algum dia sentisse o mesmo...
É altura de férias, e nesta época os bichos deixam de ser giros e passam a ser um estorvo. O cachorro, o gatinho ou até o peixinho passam a ser indesejados, porque já não dão jeito?! Ou porque cresceram?!
Não consigo perceber o qual é a parte que as pessoas quando "adoptam" os animais não sabem...
Não sabem que eles vão crescer?
Não sabem que não têm onde os deixar quando vão de férias?
Não sabem que não são brinquedos e que precisam de cuidados?
É então agora que o peixinho vai parar à sanita e que o cãozinho fica na beira da estrada.
Triste??? Não!!! É mesmo cruel...
A estrada entre Alcácer e a Comporta é um local onde estes anormais costumam "largar" os animais. Durante estes dias foi abandonado um cão - médio porte, preto e branco - algures nesta estrada.
A cada carro que passava o bichinho olhava e procurava encontrar o seu dono, "aquela pessoa que ele ama incondicionalmente", que ele espera que o proteja e que cuide dele como se comprometeu.
A pessoa? Estará de férias, a fazer o que bem entende!
O cãozinho? Depois de passar algum tempo na expectativa de estar a viver um pesadelo, num sofrimento imenso acabou por "descansar"...
Não sei se um carro lhe bateu e morreu apenas com a dor do abandono da sua família....
Não sei se um carro lhe bateu e sofreu durante tempo indeterminado, com dores, acabando por morrer ao fim de sabe-se lá quanto tempo de agonia....
Ou se alí esteve, a correr a trás de cada carro, acabando por morrer de fome e sede, com tudo o que isso implica.
O que sei? É que alguém matou um cão, deixando-o na estrada. E que gostaria que essa pessoa soubesse o que fez e que algum dia sentisse o mesmo...
segunda-feira, 21 de março de 2011
O parque infantil da Carrasqueira, e a importância que a Srª Presidente dá ao seu programa eleitoral
Já tínhamos pensado nisso, mas o "Mais Comporta" (http://maiscomporta.blogspot.com/2011/02/nao-podemos-ficar-calados.html) conseguiu dizê-lo muito bem.
O parque infantil da Carrasqueira foi avante (camarada, avante)... Até porque é a Carrasqueira que dá votos, e como tal não poderia ficar sem O parque infantil... Mas não é sobre isso que estamos aqui para "falar". O parque infantil foi construído, pela Junta, e como quase tudo o que é feito pela Junta (o pouco que é) foi MAL feito. Tal como o colega bloguista chama a atenção, não cumpre as regras de segurança.
Qualquer pessoa minimamente informada, deve saber que um parque infantil já não pode ser em areia. Como o Mais Comporta refere, e com todo o mérito e preocupação de um comportense, a LEI não o permite... Mas como a lei SÓ é de 1997, pode ser que a Srª Presidente AINDA não a tenha consultado.
Enfim, é o que temos... E com o pouco que temos, é claro que nunca podemos esperar muito... Mas para fazer figuras destas, mais valia deixar-se estar sossegada... Mas isto somos só nós a opinar!
Opinamos porque lemos agora a Acta da Reunião de Assembleia Municipal que (infelizmente para alguns) se pode consultar através de http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Autarquias/AssembleiaMunicipal/Documents/ACTA%2006_25%20E%2028Setembro2010.pdf.
Infelizmente, podemos ler o seguinte:
"O Vereador Gabriel Geraldo revelou preocupação relativamente à questão dos equipamentos desportivos, pelo que informou a população da Freguesia que foi estabelecido um protocolo de transferência de competências com a Junta.
Procedeu à leitura do art. 3º do documento referido: “É cometida à Freguesia da Comporta a responsabilidade de providenciar na regular manutenção dos seguintes equipamentos municipais, nos termos que a seguir se indicam:
a) Parques Infantis (não incluídos nos estabelecimentos escolares) – Manutenção, reparação e limpeza dos parques infantis existentes, ou a criar, na freguesia;
b) Espaços Verdes – Manutenção das zonas verdes existentes, ou a criar, na área da freguesia;
c) Balneários, Sanitários e Lavadoiros – Gestão, manutenção e limpeza dos balneários, sanitários e lavadouros públicos existentes na freguesia;
d) Áreas destinadas à prática desportiva e ao lazer – Providenciar a regular manutenção dos equipamentos desportivos, bem como das respectivas áreas de apoio (balneários e etc)”.
Foi com desagrado que constatou que os equipamentos se encontram abandonados.
A Vereadora Isabel Vicente acrescentou, sobre o parque infantil da Carrasqueira, que a Presidente da Junta de Freguesia da Comporta colocou a questão ao Executivo, no sentido de colaborem na execução de um projecto paisagístico para o espaço disponível para o efeito. Apresentou o projecto elaborado."
"Voltou a intervir a Presidente da Junta de Freguesia da Comporta, Maria José
Martins, que agradeceu aquilo que disse o Presidente da Câmara sobre o cuidado
a terem na manutenção e dos custos que puderam vir a ter, mas vão tentar fazer o
melhor possível."
Podemos então constatar que a Junta é responsável pela manutenção dos espaços, manutenção essa que não faz, justificando que não tem verba. Podemos constatar que há verba para fazer uma obra, já com um projecto, e mesmo assim consegue fazê-la mal. E depois fica ali com mais um "mamarracho" que possivelmente também não vai ter verba para manter.
Vai fazer a manutenção o melhor que pode, mas se for igual à que tem sido feita no parque da Comporta e nos equipamentos que a Comporta tem... Vai deixar muito a desejar... Respondeu ela ao Sr Vereador "a Junta só poderá fazer as manutenções de pequena dimensão, em tudo, não é só na área do desporto. A Junta de Freguesia não tem competência, nem capacidade de resposta para grandes obras, ou grandes reparações, isso é que está no protocolo."
Não tem competência, mas quer fazer o quer não lhe compete ,e ainda por cima o faz de forma incompetente...... E o pior é que o que lhe compete fica para fazer...
Imagem retirada do blog "mais comporta"
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
(Os Estudantes da Comporta sempre foram " bafejados pela sorte " )...A odisseia continua!
Passados 35 anos depois de um Abril cheio de liberdades, certezas, boas vontades, dinheiros da CEE/ União Europeia, dos terrenos da Comporta, dos impostos dos pais e outras coisas mais...
O martírio de ser Estudante nesta terra contínua.
São 7 horas da manhã, a viagem até Alcácer são 30 kms.
A chegada á Escola é na maior parte dos casos, depois do início das aulas.
Na hora de almoço, o tempo muitas vezes não chega para mastigar . Desenrasca-te " puto ", mesmo que não gostes da comida.
Durante a tarde para muitos, a fome aperta, mas o dinheiro da diária ou da mesada já foi gasto.
Acabam as aulas, ou esperam horas pela viagem de regresso, ou então correm desalmadamente até à paragem para apanhar o autocarro.
A isto pode-se acrescentar o facto das crianças estarem dias inteiros , entregues a elas próprias . Faça chuva ou faça sol; haja ou não dinheiro no bolso; haja ou não perigo de marginais nas esquinas, o alcóol nos cafés; as drogas de fácil acesso, etc..etc...etc...
Só posso dizer como diziam os nossos avós: -Seja o que Deus quizer!
E a escola na Comporta?
É que de Abril de 1974 até agora, só passaram 35 anos!?
A Comporta só está a 30 kms dos senhores dos gabinetes!? E da Escola!?
Esses foram e são os senhores do Povo, eleitos pelo o Povo, pagos pelo Povo, amigos do Povo !?
Mas os" Putos" não são do Povo?
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
" O Mundo sem nós ": da Realidade à ficção...
Com o Título em " Alentejanês : "Uma Comporta sem rumo ".
FICÇÃO !
Livro em Português com título:
O Mundo sem NÓS .
Numa altura em que vivemos tão preocupados e ansiosos com os efeitos do nosso impacto sobre o clima e o ambiente, este livro oportuno dá-nos uma oportunidade de ter uma ideia do que deixaríamos realmente como legado da nossa passagem por este planeta.
Regressaria o clima ao que era antes de ligarmos os nossos motores? Conseguiria a Natureza apagar todos os vestígios da civilização humana, incluindo as miríades de produtos sintéticos e de plástico? Por que razão certos edifícios, certas pontes, resistiriam mais à usura do tempo do que outros? O que ficaria da nossa arte? Que animais prosperariam e que raças se extinguiriam?
Pura fantasia para amadores de ficção científica? Nem por sombras! Alan Weisman tem uma investigação amplamente documentada - baseia-se, nomeadamente, na evolução de territórios actualmente virgens, as florestas que envolvem Chernobyl, a zona desmilitarizada que separa as duas Coreias - , cruza as opiniões dos especialistas com as observações dos autóctones, e convida-nos a uma instrutiva viagem à volta à Terra… sem nós!
domingo, 22 de agosto de 2010
Sábado na Comporta de Pedro Rolo Duarte
Segunda-feira, 16 de Março de 2009
Sábado na Comporta
16 Março 2009
Sábado de sol, potencial primeiro dia de praia para muita gente. Praia da Comporta, muita gente, crianças, famílias. Dois bares com concessões oficiais, que certamente têm regras e obrigações. São cinco da tarde, começa a sentir-se o ar frio de Março, e apetece comer qualquer coisa. Quem se dirige à “Ilha do Arroz”, encontra a porta fechada à chave, apesar de estar gente lá dentro e empregados. Ninguém vem explicar porquê e quem bate à porta só recebe indiferença. Não há quem se digne vir dar uma palavra... Uma cliente que passa diz apenas: “agora fechou durante um bocado, só vai abrir às seis”.
Do outro lado da passadeira está o “Comporta Café” – e quem bateu com o nariz na porta da “Ilha do Arroz” vai até lá. Uma empregada simpática esclarece: “agora não vai dar, temos uns grupos grandes para receber, vamos fechar durante mais ou menos uma hora para limpar a casa”.
Sábado, 14 de Março, 17:00 horas, praia da Comporta: os dois espaços de restauração licenciados para servir aquela praia comportam-se com o livre arbítrio de quem não tem de dar satisfações nem oferecer um serviço. Pura e simplesmente, fazem o que lhes dá na gana. No Verão do ano passado, por diversas vezes, deixaram os frequentadores da praia à mingua, alugando em simultâneo os seus espaços para casamentos e/ou eventos privados.
Pelos vistos, este ano continuam a fazer da concessão um salvo-conduto para o regabofe.
Alguém – olha, lá está, a ASAE... – quer tomar conta da ocorrência e ver a legislação debaixo da qual aqueles dois espaços foram privilegiados com uma concessão numa das mais bonitas (e frequentadas) praias do Alentejo?
de: Pedro Rolo Duarte
Sábado na Comporta
16 Março 2009
Sábado de sol, potencial primeiro dia de praia para muita gente. Praia da Comporta, muita gente, crianças, famílias. Dois bares com concessões oficiais, que certamente têm regras e obrigações. São cinco da tarde, começa a sentir-se o ar frio de Março, e apetece comer qualquer coisa. Quem se dirige à “Ilha do Arroz”, encontra a porta fechada à chave, apesar de estar gente lá dentro e empregados. Ninguém vem explicar porquê e quem bate à porta só recebe indiferença. Não há quem se digne vir dar uma palavra... Uma cliente que passa diz apenas: “agora fechou durante um bocado, só vai abrir às seis”.
Do outro lado da passadeira está o “Comporta Café” – e quem bateu com o nariz na porta da “Ilha do Arroz” vai até lá. Uma empregada simpática esclarece: “agora não vai dar, temos uns grupos grandes para receber, vamos fechar durante mais ou menos uma hora para limpar a casa”.
Sábado, 14 de Março, 17:00 horas, praia da Comporta: os dois espaços de restauração licenciados para servir aquela praia comportam-se com o livre arbítrio de quem não tem de dar satisfações nem oferecer um serviço. Pura e simplesmente, fazem o que lhes dá na gana. No Verão do ano passado, por diversas vezes, deixaram os frequentadores da praia à mingua, alugando em simultâneo os seus espaços para casamentos e/ou eventos privados.
Pelos vistos, este ano continuam a fazer da concessão um salvo-conduto para o regabofe.
Alguém – olha, lá está, a ASAE... – quer tomar conta da ocorrência e ver a legislação debaixo da qual aqueles dois espaços foram privilegiados com uma concessão numa das mais bonitas (e frequentadas) praias do Alentejo?
de: Pedro Rolo Duarte
terça-feira, 3 de agosto de 2010
10 coisas que nos incomodam na Comporta
Os mosquitos;
Invasão d@s pseudo-ti@s;
O custo de vida local;
A enchente na praia, que já não é o que era;
Os valores dos imóveis, que tornam impossível que os jovens por cá fiquem;
O trabalho precário, sustentado pela política local que sobrevaloriza o sector do turismo como fonte de emprego;
Os edifícios devolutos, aos quais passam um pouco de tinta para parecer menos mal, mas que na verdade continuam a constituir um perigo eminente;
O rio, que cada vez está mais “podre”, e que a ETAR teima em não surgir;
O poder autárquico que só pensa em festas e passeios… Ideias do que faz mesmo falta? Só mesmo na altura que antecede as eleições;
A discriminação das “gentes” da terra em prol dos que não o são.
Mas há muito mais coisas que não estão bem…
Invasão d@s pseudo-ti@s;
O custo de vida local;
A enchente na praia, que já não é o que era;
Os valores dos imóveis, que tornam impossível que os jovens por cá fiquem;
O trabalho precário, sustentado pela política local que sobrevaloriza o sector do turismo como fonte de emprego;
Os edifícios devolutos, aos quais passam um pouco de tinta para parecer menos mal, mas que na verdade continuam a constituir um perigo eminente;
O rio, que cada vez está mais “podre”, e que a ETAR teima em não surgir;
O poder autárquico que só pensa em festas e passeios… Ideias do que faz mesmo falta? Só mesmo na altura que antecede as eleições;
A discriminação das “gentes” da terra em prol dos que não o são.
Mas há muito mais coisas que não estão bem…
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O Verão voltou...
E com ele trouxe a enchente de mosquitos e a invasão de pseudo-tias e pseudo-tios que ainda conseguem incomodar mais do que a “bichesa”...
O que nos incomoda realmente? A má-educação, a arrogância, a forma como nos olham, a forma como não respeitam a ordem de atendimento (nos cafés, na farmácia, no supermercado), a forma como não respondem e como respondem quando o fazem.
Vamos definir estes sujeitos que brotam na NOSSA terra por estes tempos:
- Vestem todos da mesma forma;
- Têm a mania da superioridade, o que demonstram a ignorar as pessoas pelas quais passam, sendo por vezes mal-educados;
- Entram nas lojas e são incapazes de responder a um cumprimento, ignorando por completo quem lá está, assim como os lojistas;
- Vão para a praia e, depois do parque pago já se encontrar cheio, aguardam uma eternidade com o motor do carro ligado e de vidros fechados, com o ar condicionado (vulgo A/c) a “bombar”, à espera para terem o prazer de pagar 4 míseros euros a andarem menos uns metros;
- Pavoneiam-se nos seus carros a 10Km/h, para poderem observar bem a dinâmica da terra e das suas gentes.
O que nos incomoda realmente? A má-educação, a arrogância, a forma como nos olham, a forma como não respeitam a ordem de atendimento (nos cafés, na farmácia, no supermercado), a forma como não respondem e como respondem quando o fazem.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Febre do mundial? O governo aproveita...
Tal como nós prevíamos, e não é preciso ser muito perspicaz para antever isto, o governo aproveita a loucura do mundial para lançar "boas" notícias.
“O Governo publico um decreto-lei de execução orçamental que obriga os bancos a enviar às Finanças informação sobre quanto é que cada cidadão recebe por ano em juros de poupanças, apesar de as instituições financeiras já fazerem a retenção na fonte relativamente às taxas liberatórias.” (in: www.dn.pt)
Não é exactamente o levantamento do sigilo bancário que nos preocupa, até concordamos, e já está previsto na lei (em certas situações)! Se os valores das contas não correspondem aos ordenados e outros rendimentos, é uma forma de combate à evasão fiscal. Não faz sentido nenhum receberem dinheiro e não o declararem, porque assim anda meio mundo a trabalhar para os outros. Para além de não pagarem os respectivos impostos, não contribuem para a Segurança Social e até encontram forma de receber subsídios aos quais não deveriam ter direito. Estão assim a contribuir não só para o défice de um país, como também a comprometer a situação económica da Segurança Social e consecutivamente a prejudicar todos aqueles que não terão reforma.
O que o governo quer é gente preguiçosa, que dependa de subsídios, que façam barulho para pedir coisas e nenhum esforço para consegui-las... Porque se uma pessoa trabalhar, então tem direito a ser inspeccionado, a pagar impostos, a pagar segurança social, a pagar os estudos dos filhos, taxas moderadoras e ainda perspectiva a inexistência de subsídios quando necessitar.
Mas, quererem fazer justiça fiscal, através daqueles que pouparam, e levar parte das suas poupanças. Acreditamos que exista gente a receber bastante dinheiro de juros dos bancos, cuja proveniência é suspeita. Mas, aquela pessoa que tem feito esforços, que tem abdicado de mordomias e bens essenciais para conseguir sentir alguma segurança económica em caso de infortúnio, deve ser novamente taxada pelo governo? Aquele pessoa que vai juntando as economias para comprar algo, sem necessitar de pedir empréstimos, deve ser prejudicada? Tem-se ouvido o governo apelar tanto à poupança, mas não é este decreto-lei uma medida anti-poupança?
Deveriam ter levado pelo menos a ideia à Assembleia da República, permitir o debate e chegarem a uma conclusão democrática, para podermos ser representados (ou não) através dos partidos políticos. Mas democracia é um conceito em que cada vez menos acreditamos.
Apesar de se uma coisa muito boa, nem queremos imaginar o que vai acontecer se Portugal for campeão.
“O Governo publico um decreto-lei de execução orçamental que obriga os bancos a enviar às Finanças informação sobre quanto é que cada cidadão recebe por ano em juros de poupanças, apesar de as instituições financeiras já fazerem a retenção na fonte relativamente às taxas liberatórias.” (in: www.dn.pt)
Não é exactamente o levantamento do sigilo bancário que nos preocupa, até concordamos, e já está previsto na lei (em certas situações)! Se os valores das contas não correspondem aos ordenados e outros rendimentos, é uma forma de combate à evasão fiscal. Não faz sentido nenhum receberem dinheiro e não o declararem, porque assim anda meio mundo a trabalhar para os outros. Para além de não pagarem os respectivos impostos, não contribuem para a Segurança Social e até encontram forma de receber subsídios aos quais não deveriam ter direito. Estão assim a contribuir não só para o défice de um país, como também a comprometer a situação económica da Segurança Social e consecutivamente a prejudicar todos aqueles que não terão reforma.
O que o governo quer é gente preguiçosa, que dependa de subsídios, que façam barulho para pedir coisas e nenhum esforço para consegui-las... Porque se uma pessoa trabalhar, então tem direito a ser inspeccionado, a pagar impostos, a pagar segurança social, a pagar os estudos dos filhos, taxas moderadoras e ainda perspectiva a inexistência de subsídios quando necessitar.
Mas, quererem fazer justiça fiscal, através daqueles que pouparam, e levar parte das suas poupanças. Acreditamos que exista gente a receber bastante dinheiro de juros dos bancos, cuja proveniência é suspeita. Mas, aquela pessoa que tem feito esforços, que tem abdicado de mordomias e bens essenciais para conseguir sentir alguma segurança económica em caso de infortúnio, deve ser novamente taxada pelo governo? Aquele pessoa que vai juntando as economias para comprar algo, sem necessitar de pedir empréstimos, deve ser prejudicada? Tem-se ouvido o governo apelar tanto à poupança, mas não é este decreto-lei uma medida anti-poupança?
Deveriam ter levado pelo menos a ideia à Assembleia da República, permitir o debate e chegarem a uma conclusão democrática, para podermos ser representados (ou não) através dos partidos políticos. Mas democracia é um conceito em que cada vez menos acreditamos.
Apesar de se uma coisa muito boa, nem queremos imaginar o que vai acontecer se Portugal for campeão.
domingo, 30 de maio de 2010
O ring? Parece que não estão para aí virados...
O ring foi uma obra bastante interessante, podemos até dizer importante.
Miúdos e graúdos, quando o tempo o permite, juntam-se para fazer algo construtivo. Construtivo para o seu bem estar, para a saúde e como prevenção para outros tipos de comportamento que os coloquem em risco.
Quem é a mãe ou o pai e não prefere saber que o filho está a praticar desporto, perto de casa, e junto com outros?
Permite o convívo, quebra o isolamento e ainda faz bem para a saúde!
Pena temos que a degradação seja uma problemática que se está a instalar, quer no ring, quer no campo de futebol.
Ainda há poucos anos, quando voltou a haver uma equipa de futebol na Comporta, as pessoas aderiam, participavam, saiam de casa para apoiar os amigos ou familiares.
O que temos agora? Nada. Cada vez menos...
Bailes? É essa a grande aposta da Junta de Freguesia?
E o teatro? O cinema? O desporto? Para nós, que devemos ser alienados, bailes não é cultura!
Que fique claro que não temos nada contra os bailes, temos muita pena da perda da tradição do São João da Comporta. A festa que movia a terra e arredores.
Somos sim, contra o facto de não apostarem noutro tipo de actividades. Somos contra o facto de deixarem degradar o que já existe! Somos contra ao facto da Comporta estar a ficar à parte de todo o Concelho, ser uma localidade cada vez mais deprimente, degradada e menos convidativa para as pessoas que cá vivem.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Num edificio " Hoteleiro " da nossa terra...
CAVALEIRO-Senhora pode facultar-me o livro de reclamações?
"EMENGARDA"-Não tenho!..
Além de não poder-se negar o fornecimento do livro de reclamações, é a péssima imagem, da nossa Comporta que está em causa. Este episódio aconteceu no passado fim de semana, enquanto decorria as provas de equitação.
Por estas e outras "mil" razões, os turistas preferem procurar alojamento noutras paragens. Fica em causa o bom nome da Comporta e o prejuizo que daí advém para a economia local.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
QUERCUS DENUNCIA "ATENTADO" AO AMBIENTE EM EXPLORAÇÃO DE SAIBRO NA HERDADE DA COMPORTA
A associação ambientalista Quercus denunciou o risco ambiental encontrado na saibreira da Herdade da Comporta (propriedade do Grupo Espírito Santo), em Alcácer do Sal, depois de se ter deslocado ao local e constatado depósitos de entulho, com tijolos e alcatrão, e que "ultrapassam os muitos milhares de toneladas", escondidos debaixo de uma camada de areia.
Diogo Gomes, da Quercus do Litoral Alentejano confirma que "tem havido pessoas que vão lá depositar entulho, bocados de tijolos e até alcatrão, em quantidades muito grandes. Não se sabe há quanto tempo, nem há forma de calcular as quantidades, sendo que houve uma cobertura rápida com as areias", sendo que com a água das chuvas arrastou a areia e "está tudo à vista".
A acusação recai sobre a empresa Burgausado, que "deverá perder a concessão da saibreira no início de Maio por denúncia do respectivo contrato", de "acentuar o ritmo de exploração, laborando mais de 17 horas por dia e colocando em perigo a segurança dos trabalhadores".
Diogo Gomes aponta ainda que "sabendo-se que as escavações estarão abaixo dos níveis freáticos, o problema colocará em risco a saúde pública e terá impactes graves ao nível da conservação da natureza e do ambiente".
Manuel Cachadinha, responsável da empresa Burgausado justifica-se dizendo que "às vezes colocamos lá [na saibreira] terras vegetais, tiradas do Carvalhal [Grândola] e que às vezes têm alguns resíduos de tijolo, porque eram terrenos que antigamente eram galinheiros. Não retiramos esses resíduos porque não dá para ter alguém a tirar pedrinha a pedrinha".
A denúncia da Quercus foi apresentada ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, no dia 18 de Abril, e na segunda-feira contactou o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), tendo acompanhado "os vigilantes ao local, de forma a tomarem conta da ocorrência.
Diogo Gomes, da Quercus do Litoral Alentejano confirma que "tem havido pessoas que vão lá depositar entulho, bocados de tijolos e até alcatrão, em quantidades muito grandes. Não se sabe há quanto tempo, nem há forma de calcular as quantidades, sendo que houve uma cobertura rápida com as areias", sendo que com a água das chuvas arrastou a areia e "está tudo à vista".
A acusação recai sobre a empresa Burgausado, que "deverá perder a concessão da saibreira no início de Maio por denúncia do respectivo contrato", de "acentuar o ritmo de exploração, laborando mais de 17 horas por dia e colocando em perigo a segurança dos trabalhadores".
Diogo Gomes aponta ainda que "sabendo-se que as escavações estarão abaixo dos níveis freáticos, o problema colocará em risco a saúde pública e terá impactes graves ao nível da conservação da natureza e do ambiente".
Manuel Cachadinha, responsável da empresa Burgausado justifica-se dizendo que "às vezes colocamos lá [na saibreira] terras vegetais, tiradas do Carvalhal [Grândola] e que às vezes têm alguns resíduos de tijolo, porque eram terrenos que antigamente eram galinheiros. Não retiramos esses resíduos porque não dá para ter alguém a tirar pedrinha a pedrinha".
A denúncia da Quercus foi apresentada ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, no dia 18 de Abril, e na segunda-feira contactou o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), tendo acompanhado "os vigilantes ao local, de forma a tomarem conta da ocorrência.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Estão à espera do quê?
Pouco tempo depois de permitirem um casamento nestas RUINAS, caiu parte do telhado desse mesmo celeiro. Caiu para cima de parte de uma casa. Felizmente ninguém ficou ferido...
Tristemente, esse aviso não surtiu qualquer efeito.
Os celeiros, que curiosamente dividem a rua com a Junta de Freguesia da Comporta, continuam numa degradação constante.Aos olhos de todos os que querem ver, e também daqueles que fingem que não querem ver, o perigo vai aumentando... Umas partes com telhado, outras já sem ele, mas a nosso ver a ameaça é eminente.
Fica aqui a nossa preocupação, e um aviso que deveria ser desnecessário.
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