terça-feira, 20 de agosto de 2013

Cabeças de listas à Câmara e Assembleia Municipal


Lista de candidatos à Assembleia de Freguesia de Comporta.


Suplentes: Carlos Cordeiro
                Miguel Cardim
                Adelino Lopes

sábado, 10 de agosto de 2013

Cabeças de Listas pelo BLOCO de ESQUERDA no concelho de Alcácer do Sal:

ANA PENAS é a cabeça de lista à Câmara Municipal

CARLOS CORDEIRO é o cabeça de lista à Assembleia Municipal

terça-feira, 6 de agosto de 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

A propósito de "Brincar aos pobrezinhos"...

E com ele trouxe a enchente de mosquitos e a invasão de pseudo-tias e pseudo-tios que ainda conseguem incomodar mais do que a “bichesa”...


 Vamos definir estes sujeitos que brotam na NOSSA terra por estes tempos:
  • Vestem todos da mesma forma; 
  • Têm a mania da superioridade, o que demonstram a ignorar as pessoas pelas quais passam, sendo por vezes mal-educados;
  • Entram nas lojas e são incapazes de responder a um cumprimento, ignorando por completo quem lá está, assim como os lojistas;
  • Vão para a praia e, depois do parque pago já se encontrar cheio, aguardam uma eternidade com o motor do carro ligado e de vidros fechados, com o ar condicionado (vulgo A/c) a “bombar”, à espera para terem o prazer de pagar 4 míseros euros a andarem menos uns metros;
  • Pavoneiam-se nos seus carros a 10Km/h, para poderem observar bem a dinâmica da terra e das suas gentes.
Tratam as crianças e animais por você e os empregados por “tu”.
O que nos incomoda realmente? A má-educação, a arrogância, a forma como nos olham, a forma como não respeitam a ordem de atendimento (nos cafés, na farmácia, no supermercado), a forma como não respondem e como respondem quando o fazem.

(Publicado em 2010 pelo Comporta-Opina), mas tão actual como nessa época.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Candidato da CDU ao municipio de Alcácer.

O actual presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Vítor Proença, vai ser o cabeça de lista da CDU à autarquia de Alcácer do Sal nas eleições autárquicas deste ano.
A candidatura de Vítor Proença, 56 anos, gestor na área da comunicação, foi aprovada, “por unanimidade”, pela Comissão Concelhia de Alcácer do Sal do PCP, informou a estrutura partidária em comunicado.
A cumprir o seu terceiro e último mandato, Vítor Proença não se pode recandidatar em Santiago do Cacém, devido à lei da limitação de mandatos.
A apresentação pública do candidato será realizada no próximo dia 24 de Março (domingo), às 15h00, na Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer.
Vítor Proença, militante do PCP há 37 anos, dirige a Câmara de Santiago do Cacém desde 2002, depois de ter sido vereador entre 1998 e 2001.
Este é o segundo nome confirmado na corrida à Câmara de Alcácer do Sal, depois de Pedro Paredes, actual presidente do município, ter anunciado a sua recandidatura, como independente e sem o apoio do PS, que convidou Torres Couto para ser o candidato à Câmara.

domingo, 10 de março de 2013

Investigadores de todo o mundo em Setúbal para trocar experiências sobre baleias e golfinhos

Mais de 400 investigadores e estudantes de todo o mundo vão estar em Setúbal para conhecer o "estado da arte" de mamíferos marinhos como as baleias e os golfinhos, uma iniciativa que quer também sensibilizar o público para a importância de proteger estes animais.
Cada conferência anual da Sociedade Europeia dos Cetáceos realiza-se num país e, este ano, entre Portugal e Itália, Setúbal foi a cidade escolhida para receber, de 08 a 10 de Abril, um encontro que vai apostar numa abordagem interdisciplinar destas espécies, abrangendo a bioacústica, o comportamento e a genética.
Cristina Brito, biológa da Escola de Mar, uma das organizadoras da 27.ª conferência da Sociedade Europeia dos Cetáceos, disse hoje à agência Lusa que o objectivo é "dar a conhecer o estado da arte" destas espécies e "reunir investigadores europeus e de todo o mundo.
Os trabalhos dos cientistas e a sensibilização de todos parece estar a dar bons resultados em Portugal e, pelo menos, em Setúbal, os golfinhos do Sado "têm revelado alguma recuperação".
"Têm nascido mais crias, a população tem aumentado ligeiramente e os sinais são de melhoria, pelo menos a médio prazo", salientou a bióloga.
Este ano, a iniciativa "dedica-se aos estudos interdisciplinares sobre mamíferos marinhos, como baleias, golfinhos ou focas e pretendemos juntar pessoas que trabalhem a biologia e ecologia destes animais, mas que também outras áreas como história ou economia", explicou.
Assim, será tentada "uma abordagem interdisciplinar que vise, a longo termo, a conservação dos cetáceos" e espera-se a apresentação de trabalhos em várias áreas da bioacústica, ao comportamento, passando pela genética.
Os investigadores pretendem também passar os resultados dos seus estudos ao público em geral, uma forma de dar a conhecer as espécies e sensibilizar para a necessidade de proteger estes animais e os seus ecossistemas. Por isso, dia 08 de Abril, às 21:00, vai haver uma sessão aberta a todos, no Forum Luísa Todi, em Setúbal.
Portugal tem situações diferentes relativas às populações de cetáceos, consoante se trata da costa continental ou dos arquipélagos, onde existem mais espécies, decorrem estudos há mais anos e, portanto, existe mais informação.
Na costa continental, "os estudos de uma forma continuada para as populações costeiras são mais recentes e há espécies mais comuns do que outras, como o golfinho comum ou o golfinho roaz", explicou Cristina Brito.
O trabalho desenvolvido pela Escola de Mar leva a apontar para a existência de uma população de cerca de 100 golfinhos roazes, entre o Cabo Espichel e Tróia.
"Pelo menos passam naquela zona, mas não sabemos dizer se têm carácter de residência, se estão na zona costeira da Serra da Arrábida com alguma frequência", disse a especialista.
Quanto aos problemas de conservação destas espécies - salientou -, "têm muito a ver com as interacções humanas".
As ameaças à sua sobrevivência estão relacionadas com a actividade de observação de cetáceos, que acontecem um pouco por todo o mundo e "podem causar impactos nas populações", acrescentou.
As interacções com as artes pesqueiras, a poluição do ecossistema ou a diminuição de presas são outras dificuldades que os cetáceos têm de enfrentar.

Lusa/ SOL