sábado, 7 de novembro de 2009

Eleição da Mesa da Assembleia de Freguesia


Reconstituida a Assembleia, após a retirada dos vogais eleitos, passa-se à eleição, por escrutínio secreto, da Mesa deste órgão deliberativo - artº 9º, nº1 da Lei das Autarquias Locais (Lei 169/99, de 18 de Setembro, na redacção que lhe foi dada pela Lei 5-A/2002, de 11 de Janeiro).
A Mesa da Assembleia é composta por 1 Presidente, um 1ºSecretário e um 2ºSecretário (artº 10º, nº1 da Lei das Autarquias Locais ).

Distribuidos os beletins de voto, cada um dos membros presentes nele inscreve o nome do membro que elege para Presidente da Mesa.

Feito o apuramento dos votos, é eleito o membro mais votado.

Igual procedimento se adopta para a eleição dos 1º e 2º Secretários.

Constituida a Mesa, o Presidente da junta, que presidiu aos trabalhos, dá o seu lugar à Mesa acabada de eleger.

Retirado o Presidente da Junta, é chamado mais um elemento da lista que aquele encabeçava para integrar a Assembleia, completando-se o seu elenco.

2 comentários:

PM disse...

“O Executivo deveria ser”

Não tenho a menor dúvida, o executivo deveria ser e não parecer, embora também e como à mulher de César, a qualquer executivo não baste apenas ser, terá também que parecer, sob pena de perder a credibilidade com que foi investido em tão nobre acto como aquele que é uma eleição, no tão digno regime democrático.

Eu diria mesmo que a qualquer executivo não bastará apenas ser e parecer, terá também que saber honrar, honrar um compromisso que fez com o povo anónimo que nele confiou e que dele espera mais do que o simples desbaratar de tempo e energia a discutir uma simples matemática de trazer por casa.

Eu diria mesmo que a qualquer executivo não bastará apenas ser, parecer e honrar, terá também que ter a inteligência, inteligência suficiente para que as simples questões matemáticas, uma ciência exacta tão ao alcance de qualquer computador, possam ser ultrapassadas quase que de forma imediata.

E para quê ? Para que simplesmente não se fiquem por essas simples discussões e possam utilizar a energia e inteligência para alcançar os nossos sonhos, não sendo demais lembrar que nossos significa de todos e não só de alguns, pois os executivos executam para todos e que o futuro é daqueles que tiverem a capacidade de o sonhar.

Não só de o sonhar como de posteriormente ligar esse sonho à acção, pois também não será demais lembrar que o executivo é o órgão que executa, logo que transpõe as barreiras que se interpõem entre o presente e o futuro sonhado, materializando dessa forma as esperanças de todos os que ao votar sonharam, mas que depois não têm esse poder de executar.

E se os poderes hoje em dia parecem ser cada vez mais herméticos, incapazes de sonhar e alheados das reais necessidades de quem sonhou e votou, eu diria que o executivo para além de ser, de parecer, de honrar, de actuar de forma inteligente, de executar, deveria ter a capacidade de em permanência escutar quem votou e sonhou, quem sabe dessa forma continuaria ligado às suas origens e assim se trilhasse o caminho certo.

Anónimo disse...

São 3 suplentes.
Leiam bem a Lei.